Guia do Samba http://www.guiadosamba.com.br Guia do Samba Thu, 29 Dec 2010 15:27:54 +0000 pt_br Após tumulto na apuração, Kassab ameaça tirar recursos do Carnaval caso não haja punição Após o tumulto que interrompeu a apuração do Carnaval de São Paulo nesta terça-feira (21), o prefeito Gilberto Kassab disse que, caso a Polícia Civil apure o envolvimento de dirigentes de escolas envolvidos na confusão, vai retirar recursos do evento se a Liga das Escolas de Samba de São Paulo (Liga-SP) não puní-los.

Em entrevista à imprensa na manhã desta quarta-feira (22), no Anhembi, Kassab disse que está aguardando a investigação da polícia para saber até que ponto os dois rapazes presos na terça-feira têm algum envolvimento com as escolas. "Posso afirmar que, caso haja vinculação da escola com o incidente, é evidente que haverá punição. Se for um caso isolado, e não uma ação orquestrada, não. Mas vamos aguardar as investigações."

Kassab disse que se for provado envolvimento de algum dirigente de escola no caso cabe a punição por parte da Liga-SP e da prefeitura. "Os recursos públicos não podem ser repassados a uma entidade que comete ilegalidade", disse o prefeito, referindo-se aos recursos que a prefeitura dá para cada escola de samba.

Este ano, a Prefeitura de São Paulo investiu R$ 23 milhões no Carnaval. Outra condição imposta pelo prefeito Kassab para continuar a investir no evento é a segurança. A prefeitura ficará responsável tanto pelos desfiles quanto pela apuração. A medida passa a valer a partir do desfile das campeãs deste ano, marcado para esta sexta-feira (24).

Kassab admitiu que houve problemas no dia da apuração. "Quando há planejamento, não há falhas. Houve falha no planejamento do evento. Tanto no credenciamento quanto no isolamento da mesa." Para o prefeito, o local ideal para fazer a apuração ainda é o Anhembi. Porém, observou ele, é preciso restringir o credenciamento para evitar problemas.

A segurança interna do Carnaval era feita pela Liga das Escolas de Samba de São Paulo. De acordo com o prefeito, um novo contrato deve ser assinado "o mais rápido possível". "A questão da segurança será rediscutida contratualmente. Seja na apuração ou no dia do evento", disse Kassab.

Questionado sobre um possível "acordo" entre dirigentes das escolas e a Liga para que nenhuma agremiação fosse rebaixada este ano, como foi alegado por um dos suspeitos presos pela polícia após o tumulto, Kassab disse não acreditar no envolvimento da entidade.

Investigações em curso

O delegado Mauro Marcelo de Lima e Silva, da Polícia Civil, disse que pelo menos oito pessoas estão sendo investigadas sob suspeita de envolvimento no tumulto durante a apuração do Carnaval de São Paulo.

A Polícia Civil abordou alguns fotógrafos de jornais durante a entrevista desta quarta-feira no Anhembi. E pediu que cedessem algumas fotos feitas durante a confusão para tentar identificar os responsáveis.

Tiago Ciro Tadeu Faria e Cauê Santos Pereira já estão presos por dano ao patrimônio público. Segundo a polícia, Tiago Faria é dirigente da Império da Casa Verde. A escola nega, mas ele estava credenciado pela escola para assistir a apuração.
 

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2° dia de desfile das Escolas de Samba do Rio A segunda noite de desfiles do Carnaval do Rio de Janeiro foi aberta pela São Clemente, que levou ao Sambódromo carioca o samba-enredo “Uma Aventura Musical na Sapucaí”, que lembrou os grandes espetáculos brasileiros do gênero.

Na sequência, veio a União da Ilha com "De Londres ao Rio: Era uma vez... uma Ilha", que fez uma ponte entre a capital britânica e a Ilha do Governador, lembrando que as duas cidades serão sede das Olimpíadas.

Já a Salgueiro colocou na Avenida repentistas, padres, jagunços e outras figuras da cultura nordestina e da literatura de cordel na avenida para tentar mais um título. 

Quarta escola a se apresentar na Sapucaí, a Mangueira homenageou o tradicional bloco carnavalesco Cacique de Ramos, que completou 50 anos e teve nomes de peso do samba carioca entre os integrantes que desfilaram.

A Unidos da Tijuca foi mais uma agremiação que cantou o Nordeste e lembrou o cantor e compositor Luiz Gonzaga, cujo centenário de nascimento é comemorado em 2012. 

A Grande Rio, uma das escolas que mais sofreu com o incêndio na Cidade do Samba em 2011, fechou a noite com o samba-enredo “Eu acredito em você. E você?", que falou sobre superação e de pessoas que superam grandes dificuldades. 

Ao contrário de anos anteriores, quando o público ia deixando o Sambódromo aos poucos, antes do fim da apresentação das escolas, o segundo dia de desfiles do Grupo Especial manteve os espectadores até a passagem da última agremiação.

Mais de 72 mil pessoas acompanharam o segundo dia de desfile do Grupo Especial das Escolas de Samba do Rio. Segundo números divulgados pela Empresa de Turismo da capital fluminense, a Riotur, foram vendidos quase 73 mil ingressos.

Fonte: Band

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1º dia de desfile das Escolas de Samba do Rio

O primeiro dia do desfile das escolas de samba do Grupo Especial foi aberto com uma homenagem ao artista plástico Romero Britto. A Renascer de Jacarepaguá levou para a Avenida, em sua estreia na elite do carnaval carioca, a história do pernambucano radicado nos Estados Unidos.

Com o enredo O Artista da Alegria Dá o Tom na Folia, os componentes da agremiação atravessaram a Marquês de Sapucaí demonstrando animação, apesar de a escola ter apresentado alguns problemas, como falhas no acabamento nos carros alegóricos.

Por outro lado, a aposta em carros em movimento agradou o público. Em um deles, artistas faziam piruetas sobre uma cama elástica. Encerrando a evolução, Britto desfilou emocionado, na última alegoria e arrancou aplausos das arquibancadas.

Em seguida, uma das escolas mais tradicionais do carnaval carioca, a Portela, fundada em 1923, entrou na passarela levando a história das festas religiosas da Bahia, com o enredo É o Povo na Rua Cantando. É uma Reza, um Ritual. Os cantores Paulinho da Viola e Marisa Monte, destaques do carro que abriu o desfile portelense, foram bastante aplaudidos pelo público e o samba da agremiação foi cantado nas arquibancadas populares durante toda a passagem pela Marquês de Sapucaí.

Terceira escola a entrar na Avenida, a Imperatriz Leopoldinense também buscou inspiração na Bahia e fez uma grande homenagem ao escritor Jorge Amado. A evolução contou com carros coloridos e fantasias luxuosas, mas algumas falhas prejudicaram o desfile. O último carro, por exemplo, que representava o Pelourinho e a fundação da Casa de Jorge Amado, e levava familiares do homenageado, atravessou a passarela com parte da estrutura tombada. Ainda assim, o público acompanhou animado o desfile da escola.

Outra homenagem a um artista plástico ficou por conta da Mocidade Independente de Padre Miguel, quarta a entrar na Marquês de Sapucaí. Desta vez, Candido Portinari foi a inspiração para o enredo Por Ti, Portinari: Rompendo a Tela, a Realidade. Muito aplaudida principalmente nos setores finais da avenida, a escola contou a história do pintor brasileiro por meio de reproduções de telas que o consagraram, como O Mestiço e Guerra e Paz, uma das mais famosas obras do artista, que morreu, aos 58 anos, em 1962.

A quinta escola a desfilar foi a Porto da Pedra, que trouxe um enredo baseado na história do iogurte. Para impressionar o público, a agremiação de São Gonçalo, que nos últimos cinco anos tem ficado entre as últimas posições, chegou a exalar aroma de morango na Avenida para falar sobre o tema.

A Beija-Flor, campeã do ano passado, foi a sexta a se apresentar com um enredo homenageando a cidade de São Luís, no Maranhão, que completa 400 anos, e Joãosinho Trinta, que foi carnavalesco da escola e morreu em dezembro do ano passado. Com alegorias luxuosas, a agremiação levantou o público em diversos momentos.

A última escola a pisar no Sambódromo foi a Unidos de Vila Isabel, que encerrou a primeira noite com um enredo sobre Angola. Com Você Semba Lá, Que Eu Sambo Cá. O Canto Livre de Angola, a azul e branco, mostrou as cores, a musicalidade e a história do país africano.
 

Fonte: Agência Brasil

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Mocidade Alegre é declarada campeã do Carnaval de São Paulo após confusão na apuração Após confusão durante a apuração das notas dos desfiles do Grupo Especial, a Liga Independente das Escolas de Samba decidiu manter as notas divulgadas até o momento da interrupção e, no final da noite desta terça (21), declarou a escola Mocidade Alegre campeã do Grupo Especial de 2012. As escolas Camisa Verde e Branco e Pérola Negra foram rebaixadas.

A Liga se baseou no artigo 29 do regulamento, que define que, na falta de uma nota em alguma categoria, a nota maior deve ser repetida -- este critério dá o título do campeonato à Mocidade, que estava a apenas uma nota 9,9 do título no momento da interrupção, seguida de Rosas de Ouro e Vai-Vai.

Realizada nesta tarde, no Sambódromo do Anhembi, a apuração foi paralisada depois que um homem invadiu a área reservada aos jurados e rasgou as cédulas com as últimas notas. Houve tumulto, incêndio e detenções.

Desde então, presidentes das 14 escolas do Grupo Especial estavam reunidos para analisar que providências seriam tomadas. De acordo com Carlos Alberto Praça, assessor de imprensa da Liga, houve uma votação de sete votos a cinco em favor de manter o resultado das notas lidas até a interrupção.

As escolas que não concordaram com a decisão são: Vai-Vai, Rosas de Ouro, Pérola Negra, Camisa Verde e Branco e Império de Casa Verde (agremiação a que supostamente pertence o homem detido em flagrante por invadir e rasgar as notas).

Polêmica no júri
"A Mocidade levou, mas não ganhou. Alguns presidentes não votaram. Fomos contra não terminar a leitura dos votos", disse o presidente da Vai-Vai, Darly Silva, o Neguitão, acrescentando que um dos pontos de discórdia foi uma troca de jurados de última hora. "Achamos muito estranha a situação de troca de jurados que houve na quinta de Carnaval, jurados que justamente deram 10 para a Mocidade e tiraram pontos de outras escolas", disse.

Logo após a confusão, a presidente da Mocidade Alegre, Solange Bichara Rezende, confirmou ao UOL que houve divergências com relação a nomeação dos jurados. "A questão é como foi feita a escolha dos jurados este ano."

Em 2012, a seleção para jurados de Carnaval sofreu mudanças. Foi aberto concurso público para o cargo, o que causou a insatisfação de alguns membros de escola de samba.

Antes do início da apuração, houve uma reunião entre os diretores das escolas para discutir a substituição de dois jurados às vésperas da primeira noite de desfiles, sexta-feira. A mudança desagradou alguns dirigentes, mas o consenso ao final da reunião foi de que as notas dos jurados substitutos não seriam descartadas.

Octacampeonato

Mesmo tendo enfrentado um incêndio que danificou dois carros e algumas esculturas, em janeiro, a Mocidade Alegre conquistou seu oitavo título do Carnaval paulistano com um desfile de grande precisão técnica e ritmo, na segunda noite de apresentações.

O samba-enredo da escola campeã celebrou o centenário do escritor Jorge Amado (nascido em 10 de agosto de 1912): “Ojuobá – No Céu, os olhos do rei... Na Terra, a morada dos milagres... No Coração um Obá muito Amado!”.

Os carnavalescos Márcio Gonçalves e Sidnei França usaram a obra “A Tenda dos Milagres”, escrita por Jorge Amado em 1969, como inspiração para construir um enredo em prol da liberdade e da luta contra todos os tipos de preconceito.

Sétima colocada em 2011, a escola do Bairro do Limão, na zona norte da cidade, contou com 3.500 integrantes divididos em cinco carros e 25 alas.

Fundada em 24 de setembro de 1967, a Mocidade Alegre conquistou anteriormente os títulos de 1971, 1972, 1973, 1980, 2004, 2007 e 2009.

O anúncio tardio do título atrapalhou a festa de comemoração que estava preparada na quadra da escola. Quando finalmente a decisão da Liga foi tomada, praticamente não havia mais integrantes no local.

Ainda nesta terça-feira, foi anunciado o resultado da apuração dos desfiles do Grupo de Acesso. O título foi para a Nenê de Vila Matilde, e o vice-campeonato ficou com a Acadêmicos de Tatuapé. Ambas devem desfilar no Grupo Especial em 2013.


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O segundo Dia De Carnaval De São Paulo



O segundo dia de desfiles em São Paulo empolgou os foliões. Encerrando as apresentações do Grupo Especial no sambódromo do Anhembi, as sete escolas fizeram apresentações corretas, com momentos de emoção e surpresas na avenida: como a inesperada (e inédita) troca de roupa da bateria da Gaviões da Fiel, no recuo do sambódromo
 
Estreante no Grupo Especial, a Dragões da Real abriu a segunda noite de desfiles. A escola fez um desfile correto. Com o enredo “Mãe, ventre da vida e essência do Amor”, a agremiação teve momentos de destaque, como o segundo carro alegórico – que trazia uma enorme escultura simbolizando um parto na avenida.
 
Já a Mocidade Alegre levantou a arquibancada no Anhembi e, mesmo depois do desfile, os foliões continuaram cantando o samba enredo, um dos melhores do carnaval paulistano, animados com a bateria do mestre Sombra. Tanto que a bateria chegou a parar totalmente e deixar a música por conta dos foliões. Sete vezes campeã do Grupo Especial, a Mocidade prestou homenagem ao centenário de nascimento de Jorge Amado, com um desfile inspirado no em seu romance “Tenda dos Milagres
 




A Águia de Ouro invadiu a passarela do samba com o tropicalismo. Quarta escolar a desfilar no Anhembi, levou para a avenida estrelas da música brasileira, como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Rita Lee, Cauby Peixoto e Ângela Maria. Embalados pelo samba “Tropicália da Paz e do Amor.
 
Quinta escola a entrar na avenida, a Unidos de Vila Maria teve como maior destaque a bateria de mestre Mi. Com a bela madrinha Quitéria Chagas à frente dos ritmistas, o samba enredo levantou o Anhembi, na voz do intérprete Nego, irmão de Neguinho da Beija-Flor.
 
A emoção tomou conta da Gaviões da Fiel, sexta escola a desfilar. A maior expectativa do desfile era a presença do ex-presidente Lula, homenageado da noite, que por motivos de saúde não compareceu ao sambódromo do Anhembi. Foi representado pela ex-primeira dama, Marisa Letícia, que desfilou em carro presidencial junto com o ator Fábio Assunção, fantasiado de motorista. Destaque também para as musas Sabrina Sato e Tatiane Minerato (que começou o desfile de macacão e, durante o percurso, exibiu o corpo pintado). Mas o grande destaque da Gaviões foi a bateria de mestre Paulinho, que no início estava fantasiada de operária, com barba e macacão. No recuo, porém, a grande surpresa: os componentes pararam a percussão e tiraram o macacão, exibindo a fantasia de presidente por baixo.
 
Encerrando a segunda noite de desfiles, e as apresentações do Grupo Especial, a Tom Maior também levou muita emoção ao Anhembi. Além do samba enredo "Paz na Terra e aos Homens de Boa Vontade”, a escola homenageou seu ex-presidente, Marko Antônio da Silva, que morreu em 2011, vítima de leucemia.


 

Fonte: friendlegal.blogspot.com

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Confira como foi o primeiro dia de desfiles no Carnaval de São Paulo Camisa Verde e Branco

                                                                       

Com samba-enredo sobre o amor, a Camisa Verde e Branco abriu a primeira noite de desfiles do grupo especial. Para comemorar o sentimento mais nobre do ser humano, o destaque da escola foi um casamento realizado em plena avenida. Após a comissão de frente, que simulou os guardiões do templo do amor, a escola colocou na avenida carros suntuosos, mas que apresentaram problemas.

Império da Casa Verde

                                                                            

Já a Império da Casa Verde, próxima escola a entrar na avenida, contou a história da visão. Com o enredo Na Ótica do Meu Império o Foco É Você, a agremiação mostrou ao público como se desenvolveram os equipamentos que usam lentes. Personagens conhecidos que souberam usar óculos de forma peculiar também foram mostrados durante o desfile, com referências a John Lenon, Ray Charles, Gandhi. Um dos casais de mestre-sala e porta-bandeira da Império apareceu na avenida como se estivesse banhado em ouro.

                                                                                                                          X-9 

                                                                       

Em uma hora e quatro minutos, um minuto a menos que o tempo permitido, a X-9 mostrou as riquezas do sertão. Um carro-máquina foi a construção feita para o carro abre-alas da agremiação da zona norte, par dar o clima de Rally dos sertões à festa. Mas a alegoria mais imponente do desfile foi a quarta, com um imenso bumba meu boi no centro. O carro repleto de colorido e fitas empolgou o público no Anhembi. A alegoria que homenageou o Rei do Baião Luiz Gonzaga também levantou a arquibancada. Outro destaque do desfile foi a bateria, repleta de “quebradinhas” e com direito a um novo instrumento para marcar o ritmo: o ripaton, uma espécie de tambor de madeira.

                                                                                                                    Vai-Vai

                                                                        

Campeã do Carnaval paulistano no ano passado, a Vai-Vai tenta o bicampeonato neste ano com uma samba-enredo que homenageia a mulher, Mulheres que Brilham. A Força Feminina no Progresso Social e Cultural do País. Os destaques de chão foram o diferencial da escola do Bixiga. A musa Ive Mesquita fez uma performance com fogos de artifício em que se passou por Anastácia, a escrava que lutou contra o preconceito e a ausência de liberdade. Artistas vivas como Claudia Raia, Marisa Orth, Elza Soares, e a apresentadora Ana Hickmann também abrilhantaram o quarto alegórico da Vai-Vai.

                                                                                                              Rosas de Ouro

                                                                     

Com um desfile de R$ 3 milhões para homenagear Roberto Justus, a Rosas de Ouro foi a quinta escola a entrar no Anhembi. A comissão de frente, batizada de “era uma vez”, revelou já de início o intuito do desfile. Um livro gigantesco foi aberto para contar a fábula de um desfile encantado. Seres do reino encantado foram revelados a cada passagem de ala, começando pelo mago das Crônicas de Nárnia, passando por Harry Potter e milhares de lendas e personagens da ficção. O desfile da escola da Freguesia do Ó foi o mais luxuoso da noite.

Acadêmicos do Tucuruvi

                                                                            

Vice-campeã no ano passado, a Acadêmicos do Tucuruvi veio com o tema O Esplendor da África no Reinado da Folia. Com um desfile harmonioso, a escola, que foi a sexta a entrar no sambódromo, apostou em um samba-enredo que contava os primeiros povos africanos e sua influência na construção da identidade brasileira. Entre as musas, destaque para modelo Caroline Bittencourt que atraiu os olhares de todos como madrinha.

                                                                                                                        Mancha Verde

                                                                            

Com o dia raiando, a Mancha Verde, a última escola a desfilar neste primeiro dia do Carnaval paulistano, surgiu na avenida com o samba-enredo Pelas Mãos do Mensageiro do Axé a lição de Odú Obará: A Humildade. Homenageando alguns de seus ídolo no futebol, pelo Palmeiras, claro, a agremiação teve o ex-goleiro Marcos e Edmundo mostrando o (pouco) samba no pé. A comissão de frente deu show com uma apresentação primorosa contando algumas lendas dos orixás. Com as belas Viviane Araújo, à frente da bateria, e a legendária Juju Salimeni, a escola passou com tranquilidade pelo sambódromo, fechando com chave de ouro o primeiro dia de desfiles de São Paulo.
 

Com informações do R7
Fonte:www.blogandonoticias.com

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O Carnaval Carioca Nova Escola



História - No ano de 1840, a alta sociedade carioca começou a realizar bailes de carnaval no Rio de Janeiro. Inspirados nas festas que aconteciam na Europa, os encontros eram regados a muita bebida comida e ritmos tipicamente europeus, como a valsa, a quadrilha. Enquanto isso, nas ruas da cidade, milhares de foliões continuavam a brincar o entrudo - festa portuguesa em que foliões fantasiados dançam e jogam limões de cheiro, farinha ou água nas outras pessoas que brincavam.

Algumas décadas depois, começam a surgir os primeiros cordões e os ranchos carnavalescos cariocas, embalados por muitos elementos da cultura negra. As duas manifestações originaram os blocos de carnaval e as escolas de samba da cidade.

Os cordões eram identificados pela figura do "Zé Pereira", originalmente tocadores de bumbo que acompanhavam procissões em Portugal. Esses personagens se espalharam pelo Rio de Janeiro no século 19 e saíam às ruas cantando o refrão "viva o zé-pereira/ Viva, viva, viva!". Foram os precursores do surdo de marcação, usado até os dias de hoje pelas escolas de samba. Conduzidos por um mestre que comandava o instrumental percussivo, todos os participantes do bloco com seu apito, os cordões eram formados por foliões fantasiados de palhaços, diabos, baianas, morcegos e índios.

Os ranchos se tratavam de cordões mais organizados, com mais luxo e refinamento do que os cordões. O instrumental era composto de violões, cavaquinhos, flautas e clarinetas e embalavam mestres-salas, um coro e uma espécie de ala coreografada.

A primeira escola de samba carioca (Deixa Falar) foi fundada no ano de 1928, no bairro carioca de Estácio, centro do Rio de Janeiro. Anos depois, começou a competição entre elas, disputada na Praça Onze. No ano de 1935, as escolas de samba do Rio de Janeiro passam a ser oficialmente reconhecidas e entram na programação oficial da cidade e elas passam a desfilar na Avenida Rio Branco. Em 1962, o Departamento de Turismo da cidade construiu arquibancadas e implantou a venda de ingressos no circuito das escolas de samba. Vinte e dois anos depois, o sambódromo carioca foi inaugurado. O espaço, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, possui 85 000 metros quadrados. As disputas do grupo especial e dos grupos de acesso das escolas de samba cariocas acontecem no mesmo espaço desde então.

Samba-enredo - Como o próprio termo sugere, o samba-enredo é aquele que narra a história que a escola de samba vai apresentar na avenida. O gênero surgiu na cidade do Rio de Janeiro no ano de 1930 e na mesma década já se popularizou nas quadras das agremiações. De acordo com o livro "Almanaque do Carnaval", o encurtamento dos sambas enredo e a massificação deles foram a base do esvaziamento do papel do samba-enredo durante o desfile. Para alguns críticos, sua função se restringe a mero fundo musical do espetáculo.

Marchinha - Esse gênero musical tem origem nas marchas populares portuguesas e foi o principal ritmo do Carnaval brasileiro da década de 1920 à década de 1960. Também chamada de marcha de Carnaval, as marchinhas tiveram a pianista Chiquinha Gonzaga como mãe de composição. As marchinhas atingiram seu auge com as interpretações de nomes consagrados da música popular brasileira, entre eles Carmen Miranda, Dalva de Oliveira, João de Barro, o Braguinha, Noel Rosa, Ary Barroso e Lamartine Babo.

O desfile - No Rio de Janeiro, cada escola do grupo especial possui 82 minutos de desfile e chega a ter 5000 componentes. As escolas têm seus integrantes divididos em alas, e cada ala desfila com a mesma fantasia. Toda agremiação possui uma bateria, composta por aproximadamente 500 ritmistas, que tocam os instrumentos de percussão. Uma ala de baianas, figura tradicional do carnaval carioca, é obrigatória. A escola que levar menos baianas do que o regulamento prevê, inclusive, perde pontos.

O desfile começa com os integrantes da comissão de frente, formado por 15 pessoas em média que vem na frente da escola, em geral com uma apresentação teatral ou coreográfica.

As alegorias, que são os carros alegóricos, são espaços reservados para os destaques, figuras centrais do enredo, os passistas que são os componentes que desfilam "sambando no pé", já que as alas evoluem e não sambam. Algumas alas apresentam coreografias ensaiadas, e atualmente os componentes dos carros também podem apresentar coreografias. Também fazem parte do desfile os diretores de harmonia, que são integrantes responsáveis pela organização do desfile, o casal de mestre sala e porta bandeira, responsáveis pela condução do pavilhão da escola. Todos os componentes devem cantar o samba enredo, liderados pelo cantor oficial da escola, o intérprete.

Os quesitos julgados são: Harmonia, mestre-sala e porta-bandeira, conjunto, evolução, comissão de frente, fantasias, alegoria, enredo, bateria e samba-enredo.

Os blocos de rua - Apesar de o Rio de Janeiro possuir uma tradição muito forte de escolas de samba, o carnaval de rua da cidade também é bastante movimentado. No ano de 2011, aproximadamente cinco milhões de pessoas brincaram pelos bairros do Rio. Embalados pelas tradicionais marchinhas ou por sambas enredo criados pelos compositores de cada bloco, que possui dia e hora para sair, bem como um circuito definido.

Alguns blocos famosos: Banda de Ipanema, Imprensa que eu gamo, Bloco do Barbas, Simpatia é quase amor, Suvaco do Cristo, Cordão do Bola Preta, Cacique de Ramos.

Fonte: Nova Escola

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É carnaval, a festa existe muito antes de Cristo Super

por Edward Pimenta Jr.

Quem hoje persegue um trio elétrico pode nem desconfiar, mas está perpetuando um ritual de mais de 10 000 anos. Embora hoje o Carnaval faça parte do calendário cristão - marca a despedida dos prazeres mundanos antes do início dos rigores da Quaresma, período de purificação e penitência -, a festa existia muito antes de Cristo. No início, era um culto agrário com danças e cânticos em comemoração às colheitas. É possível que essas festas remontem a 10000 a.C., quando a humanidade começou a plantar. Só no século VII, na Grécia, o Carnaval foi oficializado como festejo à honra de Dionísio, deus do êxtase e do entusiasmo. A partir daí, os carnavais passaram a incluir orgias sexuais e etílicas - uma característica que chegou ilesa aos dias de hoje.

Essas festas eram tão populares que a Igreja desistiu de combatê-las e, em 590, oficializou a folia na vã tentativa de conter a libertinagem. A palavra "carnaval" está ligada à tradição cristã de não comer carne no período que precede a paixão de Cristo. "Carnaval" deriva do latim carnelevamen (tirar a carne) que, depois, modificou-se para carne, vale (adeus carne).

Fonte: Super Interessante

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Confira como está a venda de ingressos para o Carnaval 2012 Os desfiles das escolas do Grupo Especial ocorrem nos dias 17 e 18 de fevereiro

Se você não garantiu seu lugar na folia que vai rolar no Sambódromo do Anhembi,é melhor correr. Dos cerca de 26 mil lugares disponíveis, restam ainda poucas entradas.

Na arquibancada, há ingressos para os setores B (R$ 130), D (R$ 120) e G (R$ 150), nos dois dias. Por R$ 450, também é possível adquirir lugares na arquibancada vip no sábado. Na sexta, os lugares da arquibancada vip saem por R$ 500.

A mesa de pista, que dá direito a quatro assentos, tem disponíveis os setores A (1.200), B (R$ 2.000), D (R$ 1.700), G e H (R$ 1.900) e F (950,00) na sexta. Para o dia seguinte ainda é possível comprar nos setores A (R$ 1.200), B (R$ 2.000), D (R$ 1.700), G (R$ 1.900) e E e F (950,00). De acordo com a Liga Independente das Escolas de Samba, os camarotes já estão todos esgotados.

Os desfiles do Grupo Especial de São Paulo ocorrem em 17 e 18 de fevereiro. As escolas do Grupo de Acesso se apresentam no dia 19, e o desfile das campeãs acontece no dia 24.

Fonte: vejasp.abril

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Fim de semana terá desfiles de 112 blocos de rua no Rio Sábado (11) tem Simpatia é Quase Amor em Ipanema, na Zona Sul. Domingo (12), é dia do Bloco da Preta e Suvaco de Cristo.

A menos de duas semanas para o carnaval, os blocos de ruas continuam com os seus desfiles pré-carnavalesco pelo Rio de Janeiro. Segundo a Secretaria municipal de Turismo/Riotur 112 blocos vão desfilar entre quinta-feira (9) e domingo (12), em vários pontos da cidade. A agenda completa pode ser conferida no site oficial da prefeitura. 

A prefeitura montou um esquema especial para as agremiações com previsão de maior público. No total, serão 1.979 banheiros químicos durante o fim de semana. De acordo com Riotur, entre os blocos que terão esquema especial estão: Bola Preta (100 banheiros e 12 contêineres), Bloco da Preta (150 banheiros e 12 contêineres), Simpatia É Quase Amor (150 banheiros e 18 contêineres), Timoneiros da Viola (50 banheiros), Meu Amor Eu Vou Ali (60 banheiros) e Suvaco do Cristo (140 banheiros e 4 contêineres).

A programação começa já nesta quinta-feira (9), com o desfile do bloco “Inova que eu gosto”, entre 20h e 22h, no Flamengo, na Zona Sul. Os foliões vão passar pelas ruas Paissandu, Senador Vergueiro, Barão do Flamengo, Praia do Flamengo, Paissandu.

Na sexta-feira (10), acontece o primeiro grande desfile do Cordão da Bola Preta na Avenida Rio Branco, no Centro, a partir das 18h. No mesmo dia e horário, o bloco Perereka Sem Dono, desfile em Botafogo, e o Badalo de Santa Teresa pelas ruas do bairro.

Sábado terá 53 blocos
Já no sábado (11), o bloco Ansiedade, tradicional bloco de frevo, faz seu desfile pelas ruas de Laranjeiras, na Zona Sul, a partir das 15h, mas antes, na quinta-feira (9), faz seu ensaio geral na UniRio, a partir das 17h. Na parte da manhã tem desfile no Aterro do Flamengo, também na Zona Sul, do bloco sertanejo Chora, Me Liga a partir das 8h, e na Urca do Só o Cume Interessa, às 11h.

Sábado também é dia do desfile do Simpatia é Quase Amor que atrai uma multidão de foliões até a orla de Ipanema, na Zona Sul, a concentração é na Praça General Osório a partir das 14h. O bloco Vem Ni Mim Que Sou Facinha ensaia na Rua Jangadeiros, em frente ao Bar Zig Zag, em Ipanema, a partir das 17h, também no sábado.

Pela Zona Norte, o bloco Tristeza É Só Alegria desfila no Engenho Novo a partir das 11h, e O Negócio Tá Feio e Teu Nome Tá No Meio concentra às 16h no Engenho de Dentro. Os blocos Vem Cá Me Dá e Entorta Mas Não Cai concentram a partir das 15h na Barra, o primeiro no Parque das Rosas, e o segundo na Avenida Lucio Costa.

Domingo terá bloco infantil
Ainda de acordo com a Riotur, domingo (12), é dia de estreia: o Bloco da Preta desfila pela primeira vez na Avenida Rio Branco, a concentração começa ao meio-dia, e o desfile às 14h. Outra novidade é o bloco Timoneiros da Viola, criado esse ano em homenagem a Paulinho da Viola. Desfila em Madureira, concentração às 8h na Rua Clara Nunes, desfile marcado para 10h.
Outros desfiles importantes do dia são do bloco infantil Gigantes da Lira, em Laranjeiras, marcado para 9h; Suvaco do Cristo, marcado também para 9h, mas no Jardim Botânico; Fogo e Paixão, às 11h, no Largo de São Francisco, no Centro; Escravos da Mauá, às 12h na Gamboa; Empolga às 9, na Praia de Ipanema, às 16h; e o curioso Blocão, que desfila na Avenida Atlântica às 17h com animais de estimação e seus donos.

Blocos autorizados
No dia 2 de janeiro, a “Sebastiana” (Associação Independente dos Blocos de Carnaval de Rua da Zona Sul, Santa Teresa e Centro da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro) divulgou os eventos pré-carnavalescos de alguns blocos da Zona Sul para este ano.

De acordo com a Riotur, 425 blocos de rua foram autorizados a desfilar no carnaval 2012. Ao todo, 476 blocos se inscreveram. A maior concentração será na Zona Sul, com 145 blocos. No Centro, serão 76 e na Zona Norte, 63. Na Barra da Tijuca, 44 blocos foram autorizados a percorrer as ruas do bairro. Na Zona Oeste, serão 32, e na Ilha do Governador, 22. A Riotur autorizou ainda 43 blocos na região da Grande Tijuca. 

Fonte:G1

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